quarta-feira, 25 de julho de 2012
MOVIMENTO DE APOIO AOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA PEDE AUDIÊNCIA ASECRETÁRIO DE ESTADO
terça-feira, 24 de julho de 2012
MAIS pede reunião a Secretário de Estado
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A Carta entregue hoje ao 1º Ministro em Gouveia, a reivindicar os IC's da serra da Estrela
domingo, 22 de janeiro de 2012
Assembleia Intermunicipal da Serra da Estrela reivindica construção de novas estradas
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA PODEM SER EXECUTADOS COM VERBAS COMUNITÁRIAS
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Iniciativa do MAIS, na imprensa
terça-feira, 23 de agosto de 2011
MOVIMENTO “MAIS” PEDE QUE ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012 INCLUA ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA
sexta-feira, 1 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Notícia da Agência Lusa sobre a reunião das populações por causa dos IC's da Serra da Estrela
Grande reunião de cidadania ontem. Estamos todos muito satisfeitos!
terça-feira, 15 de março de 2011
MAIS amigos!
segunda-feira, 14 de março de 2011
MAIS UMA LUTA FUNDAMENTAL E URGENTE
O MAIS – Movimento de Apoio à Concretização dos Itinerários da Serra da Estrela (IC6, IC7, IC37), tem como principal objectivo, lutar pela execução urgente destas vias, Vias cujos projectos foram aprovados em termos ambientais e para os quais existe já um projecto de traçado e uma estimativa de custos. Falta apenas a decisão politica da sua execução.
O projecto destas novas vias, que pretendem criar uma nova rede de acessibilidades no espaço sub-regional em torno da Serra da Estrela, englobam um conjunto 128Km de novas estradas com um custo estimado de 500 milhões de euros (cem milhões de contos).
Estas novas vias criarão uma nova realidade de acessibilidades, aproximando Coimbra, Viseu, Covilhã, Guarda, Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas e todos os territórios na área de influência destas cidades. Servirão uma população residente de aproximadamente 500.000 habitantes.
No momento actual do País, poderá questionar-se, se haverá recursos para a realização deste importante e decisivo investimento para o interior.
Para responder a esta dúvida citamos os custos previstos de duas outras infra-estruturas de acessibilidade que o nosso País tenciona executar (mais uma vez) para servir as zonas Litorais, o TGV com um custo previsto de 7,7 mil milhões de euros e o novo aeroporto de “Alcochete” com um custo previsto de 6000 milhões de euros. São investimentos que somados têm um custo quase 30 vezes superior ao que custarão os nossos IC’s.
Será que o dinheiro é o principal entrave à concretização deste investimento, parece-nos que certamente não é o principal.
O que os governos têm a vindo a adiar não tem sido a despesa neste investimento, têm é sobretudo desviado o olhar da importância desta questão, continuando a afectar recursos para outros investimentos noutros locais e sectores. A falta de dinheiro é um argumento falacioso que por vezes é utilizado para tudo com muito simplismo.
Assim uma das principais lutas que nós Beirões, temos de prosseguir, é sobretudo persuadir, que não enganar, quem manda, para a urgência deste investimento.
Para já é muito fundamental a presença no encontro da próxima sexta-feira pelas 21h30 no auditório da Casa Municipal da Cultura em Seia.
Contamos com muitos amigos.
Adira à pagina do Facebook do MAIS (MAIS Serra da Estrela) : http://www.facebook.com/?sk=ru&ap=1#!/profile.php?id=100002158936835
sábado, 12 de março de 2011
Movimento quer Parlamento a debater itinerários da Serra da Estrela
A construção daqueles itinerários na Serra da Estrela foi uma promessa do governo e, segundo Mário Branquinho, porta-voz do MAIS, o movimento vai promover no dia 18 de Março uma reunião alargada às populações dos concelhos envolvidos, «com vista à preparação de ações reivindicativas para a execução destes traçados».
quinta-feira, 10 de março de 2011
CONVITE

A referida reunião terá lugar dia 18 de Março, (Sexta-feira) pelas 21H30 no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia.
Dado que esta é uma luta de todos, solicitamos que ajude a divulgar esta reunião e a mobilizar pessoas, porque quantos mais formos, mais força teremos.
Movimento MAIS convoca população para acções de reivindicação de Itinerários da Serra da Estrela
O Movimento MAIS – Movimento de Apoio à construção dos Itinerários da Serra da Estrela vai realizar no próximo dia 18 de Março, sexta-feira, no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia uma reunião alargada aberta às populações dos concelhos da Serra da Estrela, com vista à preparação de acções de reivindicação para a execução destes traçados.
A reunião servirá para apresentar o plano de acção do Movimento e para mobilizar o maior número possível de pessoas para esta causa, numa espécie de Assembleia Geral.
De entre as várias medidas previstas, destaca-se um processo de recolha de 4 mil assinaturas para uma Petição para dar entrada na Assembleia da República, levando a que o assunto seja debatido em plenário. Para tal, está previsto a criação de pequenos grupos nos vários concelhos encarregues de recolher as respectivas assinaturas. Estão também previstos pedidos de audiências, acções reivindicativas, com manifestações em Lisboa e noutros pontos do país.
Recorde-se que o Movimento MAIS, que integra personalidades dos vários concelhos da região da Serra da Estrela, foi criado por escritura pública em Julho de 2010, e de então para cá tem desencadeado um conjunto de iniciativas reivindicativas junto de vários organismos, entre as quais uma petição online com mais de 3 mil assinaturas.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
MOVIMENTO DE APOIO AOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA NA ROTA DAS PRESIDENCIAIS
O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela aproveitou a passagem pela região dos candidatos à Presidência da República para lhe entregar uma carta aberta, sensibilizando-os para a necessidade de construção dos IC 6, IC 7 e IC37.
Na quarta-feira, dia 12 os responsáveis do Movimento entregaram em Seia a missiva a Cavaco Silva, que se disponibilizou para ajudar a causa, tendo enaltecido o papel dos movimentos de cidadania no desenvolvimento do país.
Na sexta-feira, foi a vez de Manuel Alegre ser sensibilizado para estas justas aspirações das pessoas desta região, que há trinta anos reclamam vias de acesso condignas.
O Movimento MAIS Considera que estas duas acções que se inserem num conjunto de outras que têm sido desencadeadas, foram positivas já que “pelo menos tivemos a oportunidade de nos ter sido concedida uma audiência pelo Presidente da República em pessoa, o que seria bem difícil de acontecer no Palácio de Belém”. Além do mais, as conversas que tivemos pessoalmente com Cavaco e Alegre, foram esclarecedoras, já que no caso do actual Presidente da Republica ainda persistia a ideia de que este assunto remete para os Túneis da Serra da Estrela, o que já não acontece, dado que os traçados aprovados não contemplam essa solução considerada megalómana.
Depois das eleições Presidenciais, o Movimento Mais, que já em Outubro passado foi recebido por todos os grupos parlamentares com assento na Assembleia da República, promete “voltar à estrada”, podendo estar em marcha uma deslocação maciça a Lisboa, em autocarros, com pessoas de todos os concelhos desta região da Beira-serra. É que apesar da crise que o país atravessa, entende os responsáveis deste movimento que algum investimento público tem de ser feito e ainda que não avancem os 3 itinerários em simultâneo, podem avançar de forma faseada.
Recorde-se que o MAIS é um movimento de cidadania, criado através de escritura pública, que reúne pessoas dos concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Nelas, Gouveia, Viseu e Covilhã. Sedeado em Seia, o Movimento lançou uma petição online e tem vindo a desencadear várias iniciativas com vista á sensibilização dos governantes para a necessidade de execução destes Itinerários Complementares, considerados essenciais para o desenvolvimento económico e turístico desta região.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Carta entregue ao candidato CAVACO SILVA, em Seia
Exmo. Senhor
Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva
Os cidadãos que constituem o MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (IC’s 6, 7 e 37), dirigem-se a V. Ex.ª, na qualidade de candidato a Presidente da República, no sentido de lhe dar a conhecer os objectivos pelos quais este Movimento Cívico tem vindo a lutar, com vista à concretização destes traçados com 120 Km de extensão, com um custo aproximado de 500 milhões de euros, para servir mais de meio milhão de habitantes.
Vivemos numa região interior de País com problemas de desenvolvimento com grandes constrangimentos relacionados com a ausência sucessiva de investimento público, na criação de condições infra-estruturais semelhantes as que existem, felizmente, na grande maioria do País. De facto, este território situado na envolvente da Serra da Estrela, que vai de Coimbra à Guarda, da Covilhã a Viseu e que abrange os concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas, continua a não ter neste novo século outras vias de comunicação que não fossem aquelas que já existiam desde meados do século passado, incluindo a ainda chamada “Estrada Real”, que é a EN17 - Estrada da Beira.
Tal facto tem vindo e está a condicionar estruturalmente o desenvolvimento de todo o potencial turístico, agro-silvo-pastoril e industrial que aqui existe. O abandono populacional por escassez de oportunidades profissionais, a falta de condições de competitividade para fixação e atracção das empresas, ameaça tornar este território de características únicas no nosso País, num imenso vazio humano e económico.
Em múltiplos fóruns e pelas diversas entidades, a percepção destes problemas é por todos aceite, nos Planos de Desenvolvimento e Ordenamento do Território, no discurso político, contudo temos imensa dificuldade em colocar este problema na agenda política real, apesar dos muitos contactos e reuniões efectuadas com os responsáveis governamentais e todos os partidos parlamentares.
A concretização destes eixos, definida, pelo Plano Regional de Ordenamento do Território da Região Centro como “absolutamente necessários para mitigar os défices de integração espacial, económica e social e para ampliar as oportunidades de desenvolvimento dos territórios servidos”, não consta, aparentemente das preocupações fundamentais do Poder Central. São, evidentemente, muito mais apelativas, do ponto de vista mediático, as discussões sobre TGV´s, Aeroportos, Metros, Grandes Pontes, do que esta questão que incide no Pais real e profundo de que este território é exemplo, onde uma deslocação de 40Km, demora mais de uma hora, onde as empresas têm dificuldade em singrar.
Por tudo isto, solicitamos o vosso empenhamento nesta causa, que consideramos por demais justa e necessária e que reputamos de urgente, já que há mais de 30 anos que é reclamada.
Na expectativa da vossa ajuda, e sem mais de momento, apresentamos os mais respeitosos cumprimentos
Mário Jorge Branquinho (Seia)
Pedro Manuel Ribeiro Conde (Seia)
Fernando Tavares Pereira (Carregal do Sal)
Jorge Patrão (Covilhã)
Eduardo Mendes de Brito (Seia)
Artur Abreu (Oliveira do Hospital)
Francisco Rodrigues (Oliveira do Hospital)
João Antas de Barros (Viseu)
Manuel Marques (Nelas)
João Paulo Agra (Gouveia)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Contribuição do MAIS para o PROTC
Em primeiro lugar congratularmo-nos por verificar que o PROTC vem finalmente colmatar uma falha antiga no ordenamento do território numa perspectiva regional integrada, neste caso da nossa Região, a Região Centro.
De facto, pese a nossa Associação tenha uma missão bem definida e concreta, o apoio à construção dos IC’s 6, 7 e 37, tem na essência da sua génese, uma preocupação fundamental com o desenvolvimento da região. Em especial, o dos concelhos que directamente vêm o seu desenvolvimento condicionado pelo atraso na construção destes importantes eixos de acessibilidade.
Assim, a nossa participação neste processo, visa fundamentalmente reconhecer e sublinhar o contributo do PROTC, pela perspectiva integradora em que aborda estes três eixos.
Os “Eixos Prioritários de Coesão”, IC’s 6, 7 e 37, designação correctíssima que sublinhamos e consta do Modelo Territorial do PROTC, desempenharão funções importantes para o desenvolvimento e coesão territorial da região. São como refere o PROTC, “absolutamente necessários para mitigar os défices de integração espacial, económica e social que ainda se verificam em vastas parcelas do território regional”, e para “ampliar as oportunidades de desenvolvimento dos territórios servidos”.
Ou seja, não se trata de uma mera renovação ou actualização de infra-estruturas rodoviárias, a concretização dos IC’s 6, 7 e 37, enquadram-se numa estratégia de coesão e são uma medida fundamental de desenvolvimento regional.
Cabe-nos pois apoiar o PROTC, nesta importante visão sobre a integração e estruturação do espaço sub-regional envolvente à Serra da Estrela, e aguardar com optimismo a sua aprovação e implementação por parte das entidades responsáveis.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
MOVIMENTO PELOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA RECEBIDO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
A Delegação, que também integrava o Presidente da Câmara de Seia e o Vice-Presidente da Câmara de Nelas, foi recebida pelo Deputado do Bloco de Esquerda, Heitor Sousa; pelos Deputados do PS Francisco Assis, Rita Miguel e João Fão; pelos Deputados do PSD Carina João, Carlos Peixoto e João Prata; pelo Deputado do PCP Bernardino Soares e Ricardo Oliveira; pelo Deputado do CDS Hélder Amaral e por Joaquim Ferreira do PEV.
Tratou-se de uma jornada bastante importante, numa altura em que se discutem as linhas de orientação para o próximo Orçamento de Estado, tendo o Movimento deixado uma mensagem simples e directa, reivindicando “um mínimo de investimento público para fazer funcionar a economia, e que esse mínimo desta vez contemple esta região da Serra da Estrela, no Interior do país”. Tendo em conta o momento de crise financeira que o país atravessa, todos os partidos reconheceram a importância das obras e a sua necessidade para o desenvolvimento desta região.
Todos os parlamentares mostraram disponibilidade e sensibilidade para esta reivindicação e em face dos constrangimentos, se não houver capacidade para o avanço em simultâneo dos IC’s, poderá ser sugerida a definição de prioridades de execução.
Foi reconhecido o trabalho realizado até ao momento, nos estudos e procedimentos já concretizados, que culminaram com a recente a aprovação pela Ministério do Ambiente e pelas Estradas de Portugal S.A. das soluções definitivas dos traçados, impondo-se agora a etapa derradeira deste processo: o lançamento das obras de execução dos IC’s 6,7 e 37. Definitiva e urgentemente!
Estas são obras consideradas estruturantes para a região e por isso mesmo, a própria criação jurídica do Movimento MAIS, que vem reforçar o esforço e empenhamento das Câmaras Municipais, revela a importância destes Itinerários Complementares.
Movimento MAIS foi à Assembleia da República falar com todos os grupos parlamentares
O MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela reivindicou hoje junto dos seis grupos parlamentares da Assembleia da República a construção de três estradas.
“A situação financeira do país não pode travar a execução” dos itinerários complementares (IC) 6 (Tábua – Covilhã), 7 (Oliveira do Hospital – Fornos de Algodres) e 37 (Viseu – Seia), defendeu o movimento.
“Os partidos comunicaram-nos que estão disponíveis para impulsionar as medidas necessárias para que as obras arranquem”, disse à agência Lusa Mário Jorge Branquinho, programador cultural de Seia e uma das dez figuras públicas da região que deram origem ao MAIS.
Nos encontros com os grupos parlamentares na Assembleia da República, o grupo considerou “necessário” um mínimo de obras públicas para a economia funcionar.
A construção daquelas vias “é uma expetativa com mais de trinta anos, alimentada pelos sucessivos governos” e que é considerada “estrutural”.
O movimento reconhece que “foram dados passos decisivos” nos últimos meses com “a aprovação dos estudos de impacte ambiental e a publicação das zonas de edificação”, passos que querem ver confirmados.
“Todo o processo burocrático já está concluído, agora são necessárias as decisões políticas para começar a abrir concursos para as obras”, realçou Mário Jorge Branquinho, porta-voz do movimento.
O MAIS é um movimento formado por cidadãos dos vários concelhos da região da Serra da Estrela, que se constituiu como associação jurídica e que lançou uma petição online com quase três mil assinaturas.
“Nós não desistimos enquanto não virmos estas obras concluídas: quando estiverem feitas o movimento deixa de existir”, disse Mário Jorge Branquinho.
O movimento foi acompanhado nas reuniões de hoje pelo vice-presidente da câmara de Nelas, Manuel Marques, e pelo presidente da câmara de Seia, Filipe Camelo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
MAIS NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
14 H - Bloco de Esquerda
14:30 Horas - Partido Ecologista Os Verdes
14:45 Horas - PS
15H30 – CDS / PP
16 Horas – PSD
16:30 H - PCP
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Movimento MAIS escreve a Sócrates por causa dos IC’s da serra da Estrela
O Movimento MAIS, de Apoio à Construção dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela, escreveu recentemente uma carta ao Primeiro-Ministro, sensibilizando-o para que a execução destes traçados sejam incluídos no Orçamento de Estado de 2011, que está a ser elaborado.
Na missiva enviada a José Sócrates, os responsáveis do MAIS sustentam que – “a difícil situação financeira do país não poderá servir de entrave á execução destas obras, porque também entendemos ser necessário, para fazer funcionar a economia, que se mantenha um mínimo de obras públicas em execução e desta vez, julgamos que este mínimo, será por direito próprio da Serra da Estrela”.
O Movimento, que está também a enviar cartas aos grupos parlamentares da Assembleia da República e outros organismos do Estado, lembra que estas obras, aguardadas há mais de 30 anos, são decisivas para “incrementar todo o potencial de desenvolvimento e de empreendorismo, turístico, industrial, agro-florestal e dos serviços da região”, - acrescentando que – “só estas vias de interligação viária com o resto do país, farão sair este território do enclave em que se encontra mergulhado”.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Sem IC6, IC6, IC7 não há futuro para a região.
As acessibilidades que irão ser criadas pelos IC6, IC7 e IC37, são determinantes para o desenvolvimento da região. Sem esses novos eixos, toda uma vasta região entre Coimbra, Viseu, Guarda e Covilhã continuará a sofrer os efeitos da marginalização a que tem sido votada desde há muito tempo.
A importância destas novas vias é crucial do ponto de vista económico, social e determinante para a dinamização do tecido empresarial e do investimento. Não vislumbramos qualquer argumento que possa contrariar esta constatação.
O que poderíamos acrescentar é que já virão com atraso.
Assim sendo, porquê adiar, como recentemente se decidiu, a execução deste empreendimento? Porque é que quando se trata de suspender, encerrar, reduzir, serviços públicos, o Interior é sempre o escolhido? Saberá quem decide, a importância de governar para todo o País e não quase exclusivamente para o território que vai de Setúbal a Braga?
Para que todos nós saibamos do que se fala, a concretização dos 130Km de novas vias, que corresponde à extensão total dos IC6, IC7 e IC37, significa um investimento de aproximadamente 500 milhões de euros (100 milhões de contos!). Muito dinheiro? Sem dúvida, sobretudo quando as Finanças do Estado estão depauperadas com aumento da divida pública a 2,5 milhões de euros/hora. Bastava que em pouco mais de uma semana se poupasse o aumento da divida, note-se que apenas o aumento, não a dívida, para ter ganho todo o dinheiro necessário para pagar todo este investimento.
Será que o dinheiro é o principal entrave à concretização deste investimento, parece-nos que certamente não é o principal.
O que os governos têm a vindo a adiar não tem sido o gasto do dinheiro, têm é sobretudo desviado o olhar da importância desta questão, continuando a afectar recursos para outros investimentos noutros locais e sectores. A falta de dinheiro é um argumento falacioso que por vezes é utilizado para tudo com muito simplismo.
Assim uma das principais lutas que nós Beirões, temos de prosseguir, é sobretudo persuadir, que não enganar, quem manda, para a urgência deste investimento.
Os empresários, os empreendedores, os empregadores e empregados sentem que o seu futuro está ameaçado. Percebem que não podem competir com regiões há muito dotadas de factores de competitividade que o Estado aqui, parece não querer concretizar.
A decisão de adiar a concretização dos IC’s, deixou perplexos e frustrados dezenas de agentes económicos que por algum tempo tiveram a ilusão que era desta que a região saia do enclave em que a têm vindo a colocar. Muitos investimentos e empreendimentos já morreram à partida com esta simples, mas confrangedora decisão.
Agora que já se sabe quais são os traçados que resultam da aprovação da Declaração de Impacte Ambiental, seria conveniente que o processo não retrocedesse, ou melhor, não fosse adiado. Pese algumas vozes críticas surjam, e considerando que a critica é um direito da democracia, não gostaríamos, que um qualquer interesse local, seja justificação para adiar, alterar ou por em causa a concretização dos grandes objectivos regionais e nacionais desta rede de IC’s.
Estamos certos que não há nenhum beirão que não entenda que o futuro da sua região, sobretudo o enclave que é este espaço sub-regional, que inclui os concelhos servidos pelas vetustas e desactualizadas estrada da Beira (EN17), estrada Seia-Nelas-Viseu (EN232), estrada Coimbra – Seia - Covilhã (EN230, EN339), depende de uma nova realidade de interligação viária entre os seus pólos urbanos e o restante País. Não há empresa que se instale aqui, quando verifica o estado lastimoso das acessibilidades. Todo o potencial de desenvolvimento e de empreendorismo, turístico, industrial, agro-florestal, dos serviços, está dependente de uma nova realidade de acessibilidades que apenas os IC’s trarão.
Assim, em síntese, resta apelar a todos que reforcem a sua convicção na sua terra para a defender com os meios da luta em democracia, pela palavra e pelo gesto. Não deixemos que qualquer Governo, de qualquer Partido, se continue a esquecer da nossa terra.
domingo, 8 de agosto de 2010
Declaração de Impacte Ambiental
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Serra da Estrela: Ministério do Ambiente dá luz verde a três novas estradas
DIÁRIO IOL
O Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território (MAOT) emitiu declarações de impacte favoráveis condicionadas aos três Itinerários Complementares (IC) 6, 7 e 37, previstos para a zona da Serra da Estrela, informou esta quinta-feira fonte daquele gabinete, citada pela Lusa.
Com a conclusão do processo, o Ministério da Obras Públicas e Comunicações pode lançar os concursos para estas obras, no entanto, fonte do gabinete de comunicação do ministro António Mendonça disse que «os processos estão em análise», não adiantando qualquer data o avanço desses concursos.
António Mendonça afirmou em Maio, numa visita a Seia, que «não há desistência (do Governo) relativamente aos projectos da concessão rodoviária da Serra da Estrela», mas que a decisão de reequacionar estas obras foi tomada em relação «aos projectos em que os estudos de impacte ambiental não estavam concretizados».
A construção destes IC é uma reivindicação antiga das populações da região da Beira Serra, tendo já sido formalmente constituída uma associação para reivindicar a sua construção, o Movimento MAIS.
Mário Branquinho, representante desta associação, afirmou à Lusa que «o MAIS congratula-se com a decisão» e que «espera que agora o Governo avance rapidamente com as obras». A construção destes IC irá, segundo informação do MAOT, beneficiar os concelhos de Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Seia, Tábua e Viseu.
Para ler
Declarações de Impacte Ambiental
O Movimento MAIS, congratula-se por mais este passo importante na prossecução da missão que está na génese da sua criação.
Formulam-se votos para que as soluções de traçados decididas correspondam às expectativas da maioria dos cidadãos desta região.
Da nossa parte continuaremos a caminhada intransigente pela urgente execução destas obras.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Assinatura da escritura
O dia 21 de Julho marca uma etapa importante no quadro da cidadania activa da nossa região, com a criação oficial do Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela.
AQUI
terça-feira, 20 de julho de 2010
Escritura pública do MAIS
O acto, que decorrerá no cartório de Cristina Veiga, situado no Prédio Ventura, Avenida Afonso Costa, em Seia, será assinado por impulsionadores deste Movimento, que tem por objectivo desencadear mecanismos conducentes à execução dos Itinerários Complementares 6, 7 e 37, considerados fundamentais para o desenvolvimento da região centro, em torno da Serra da Estrela.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Declaração de Impacto Ambiental
O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela, enviou recentemente à Agência Portuguesa de Ambiente a sua posição sobre a importância destas vias e o impacto diminuto na questão ambiental.
Agora, resta-nos aguardar pelo dia 2 de Agosto deste ano, altura em que será emitida a referida declaração de impacto ambiental. Esse será também um dia muito importante, uma vez que serão anunciadas as várias soluções de traçados para executar.
A construção destas vias é uma expectativa dos cidadãos e empresas desta região para, definitivamente, criar as condições estruturais para que se desenvolva um território do País que tem sido, ao longo das décadas, marginalizado.
Constituem uma resposta inadiável às fragilidades de uma região, marcada por graves problemas de desemprego, desertificação, com investimento empresarial fortemente condicionado pelos constrangimentos resultantes do seu afastamento e débil integração nas redes de acessibilidade regionais e nacionais.
No presente âmbito em que são ponderados os impactes ambientais destas infra-estruturas, devemos sublinhar, fundamentalmente, os impactes positivos e determinantes sobre o processo de desenvolvimento socio-económico.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
IC’s são para manter
sábado, 22 de maio de 2010
Ministro garante que ‘não há desistência’ na construção de novas estradas
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=173500
Obras Públicas
O ministro das Obras Públicas disse hoje que, por parte do Governo, «não há desistência» relativamente aos projectos da concessão rodoviária da Serra da Estrela, que estão suspensos devido às dificuldades económicas que o país atravessa
António Mendonça foi hoje confrontado com o assunto em Seia, onde participou numa jornada sobre ‘Desenvolvimento e sustentabilidade’, organizada pelo Governo Civil da Guarda.
O Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela entregou uma carta ao governante onde mostra desagrado «pela decisão do Governo em retirar das suas opções governativas a execução dos traçados dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela (IC6 – Tábua/Oliveira do Hospital/Covilhã, IC 7 – Oliveira do Hospital/Fornos de Algodres e IC 37 – Viseu/Nelas/Seia)».
«Faltam-nos estas estradas para nos ligar aos grandes centros, em nome do desenvolvimento económico, social e turístico», referem os subscritores do documento, que apelam ao ministro para que o Governo «reponha a justiça» e execute as obras consideradas «vitais» para o desenvolvimento da região.
Também o presidente da Câmara de Seia, o socialista Carlos Filipe Camelo, se referiu ao assunto na sessão de abertura das jornadas, afirmando que a suspensão dos projectos constitui «um rude golpe no desenvolvimento» da região da Serra da Estrela.
O ministro das Obras Públicas, que no final da sessão não prestou declarações aos jornalistas, falou deste assunto durante a intervenção realizada na sessão de abertura dos trabalhos, onde afirmou que «não há desistência relativamente aquilo que são as preocupações que o senhor presidente [da Câmara de Seia] e que a população considera importantes para a região».
António Mendonça explicou que a decisão do Governo foi tomada em relação aos projectos «em que os estudos de impacte ambiental não estavam concretizados», como é o caso dos IC 6, 7 e 37, que estão em fase de consulta pública até ao dia 9 de Junho.
O titular da pasta das Obras Públicas garantiu que «tudo aquilo que está suspenso importa estudar e, ao nível do ministério estamos a estudar possibilidades de, se não pudermos resolver tudo, pelo menos, que vamos resolvendo algumas coisas e, que pelo método das aproximações sucessivas, consigamos ir dando resposta aquilo que é fundamental».
«Não se pode fazer tudo mas, talvez, seja possível fazer alguma coisa e importa ver aquilo que é absolutamente essencial, aquilo que é vital, aquilo que vai responder aos problemas mais sentidos pelas populações, pelas regiões», afirmou António Mendonça no seu discurso.
Lusa / SOL
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Ministro das Obras Públicas abriu IC 6 ao tráfego e prometeu encontrar soluções para a concessão Serra da Estrela
O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, e o secretário de Estado Paulo Campos, abriram no passado dia 30 de Abril ao tráfego, o último sublanço do IC6, ficando assim completa a ligação entre Catraia dos Poços e Tábua.
A notícia no Jornal CORREIO DA BEIRA SERRA (Oliveira do Hospital)
http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3368:ministro-das-obras-publicas-abriu-ic-6-ao-trafego-e-prometeu-encontrar-solucoes-para-a-concessao-serra-da-estrela&catid=37&Itemid=200795
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Assembleia Intermunicipal da Serra da Estrela aprovou Moção
Numa altura em que decorre o período de discussão de impacto ambiental dos referidos itinerários a Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela manifesta igualmente o seu desejo de que o governo reponha justiça para com as populações da Região anunciando a calendarizando a execução dos mesmos."
Moção aprovada por unanimidade na reunião de 22 de Abril de 2010 e que será enviada aos órgãos do governo, grupos parlamentares da Assembleia da República, Presidente da República e governos civis.
Seia: Balcão de Atendimento Personalizado esclarece dúvidas sobre projectos dos IC6, 7 e 37
A Casa Municipal da Cultura de Seia vai ser palco, dia 11 de Maio, de uma sessão de esclarecimento sobre os projectos dos IC6, 7 e 37.
A Agência Portuguesa do Ambiente vai abrir ao público um Balcão de Atendimento Personalizado, para esclarecimento de dúvidas sobre os projectos e os processos de Avaliação de Impacte Ambiental dos Itinerários Complementares (IC) 37 Viseu (A25/IP5) / Seia (IC7), IC 7 Oliveira do Hospital/ Fornos de Algodres (A25/IP5) e IC 6 Tábua/Oliveira do Hospital (IC7) / Covilhã (A23/IP2).
Marcada para 11 de Maio, entre as 20h00 e as 21h00, a sessão terá lugar na Casa Municipal da Cultura de Seia e contará com a presença de representantes das Estradas de Portugal e seus consultores.
Os projectos dos IC6, 7 e 37 encontram-se em fase de Estudo de Impacte Ambiental e estão disponíveis para consulta na Casa Municipal da Cultura, até 9 de Junho. Todas as opiniões e sugestões apresentadas por escrito deverão ser dirigidas ao Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente, dentro do período estipulado para o efeito.


