quarta-feira, 25 de julho de 2012

MOVIMENTO DE APOIO AOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA PEDE AUDIÊNCIA ASECRETÁRIO DE ESTADO




O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela voltou a pedir esta semana uma audiência ao Secretário de Estado das Obras Públicas.

A decisão surge depois de há uns meses atrás os Presidentes das Câmaras de Seia, Gouveia e Oliveira do Hospital terem reunido com este responsável governamental, onde terá sido dada garantia de que aprioridade seria dada ao avanço do IC6, cujas obras se encontram paradas junto a Tábua. Este troço, que segue a antiga Estrada da Beira, serve os concelhos de Oliveira do Hospital, Seia e Gouveia.

Feito este compasso de espera e depois de ter sido feitaa reprogramação das verbas do QREN, o Movimento MAIS entende que “está na altura de voltar à estrada” e reivindicar, pelo menos o avanço deste Itinerário Complementar.

Recorde-se que o MAIS, é um movimento de cidadania, que se constituiu com personalidade jurídica e é impulsionado por um conjunto de personalidades de vários concelhos da região da serra da Estrela, entre eles Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas, Viseu, Covilhã e Carregal do Sal. Fez uma petição online com mais de 3 mil assinaturas no tempo do governo PS, a que se seguiu um abaixo-assinado com mais de 4 mil assinaturas. Possui um blogue, uma página no facebook com 5 mil aderentes e tem dialogado com responsáveis dos vários quadrantes políticos e realizado várias iniciativas como apoio das comunidades locais.

Noticia da agência LUSA, aqui:

terça-feira, 24 de julho de 2012

MAIS pede reunião a Secretário de Estado


MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela volta a pedir audiência ao Secretário de Estado das Obras Públicas. A decisão surge depois de há uns meses atrás os Presidentes das Câmaras de Seia, Gouveia e Oliveira do Hospital terem reunido com este responsável governamental, e onde foi garantido que a prioridade iria para o avanço do IC6. Feito este compasso de espera e depois de ter sido feita a reprogramação das verbas do QREN, está na altura do Movimento voltar à estrada!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A Carta entregue hoje ao 1º Ministro em Gouveia, a reivindicar os IC's da serra da Estrela

Pese embora a grave situação económica que o país atravessa, o Movimento MAIS vem por este meio pedir a Vª. Exª. que comecem a ser executados neste ano os Itinerários da Serra da Estrela – IC 6, 7 e 37, ainda que de forma faseada.

Estamos cientes de que o Orçamento de Estado poderá não comportar tais investimentos, no entanto, e na sequência da comunicação do senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, esperamos que os mesmos sejam executados com verbas do QREN.

Por isso, Senhor Primeiro Ministro, vimos uma vez mais reclamar estes investimentos para o Interior do país, o quanto antes, pois será desde logo encarado como um sinal da preocupação que é preciso ter para com esta parte do território que está drasticamente a morrer.

Entendemos que o interior do país desenvolvido, dotado de boas vias de comunicação, terá condições para um desenvolvimento mais harmonioso, com especial enfoque nas várias áreas económicas e sociais.

Acredite, senhor Primeiro-Ministro, a revolta das populações acentua-se e será ainda maior se se verificar que, em tempos de “vacas magras” se continuam a fazer mais obras de vulto no litoral e a deixar mais uma vez para trás esta região que é injustamente ostracizada, sobretudo em matéria de vias de comunicação, que são reclamadas há mais de 30 anos.

Na expectativa do seu melhor acolhimento a esta nossa justa e reiterada reivindicação, apresentamos os mais respeitosos cumprimentos
MAIS

domingo, 22 de janeiro de 2012

Assembleia Intermunicipal da Serra da Estrela reivindica construção de novas estradas

Notícia do Jornal Porta da Estrela - Seiahttp://www.portadaestrela.com/




Deputados continuam a exigir construção de novas estradas na Serra da Estrela

Deputados de Seia, Gouveia e Fornos de Algodres solicitaram ao Governo que «confira carácter de urgência à inclusão e efectiva concretização dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela: IC6, IC7 e IC37».

A Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela aprovou, por unanimidade, no passado dia 20 de Dezembro, uma moção relativa aos itinerários complementares da Serra da Estrela. No documento é solicitado ao Governo que «confira carácter de urgência à inclusão e efectiva concretização dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela: IC6, IC7 e IC37 no quadro dos investimentos públicos previstos».

Na moção é referido que a Serra da Estrela «tem sido uma das regiões do país mais penalizada pela ausência de boas vias de comunicação», razão pela qual «as pessoas reivindicam, há mais de 30 anos, a execução de boas estradas, tendo em vista um desenvolvimento harmonioso, capaz de estancar o flagelo da desertificação e de todos os outros fenómenos daí resultantes».

Nas razões para a concretização dos três traçados, os deputados da Assembleia Intermunicipal, representantes dos concelhos de Seia, Gouveia e Fornos de Algodres, apontam «a importância das vias de comunicação para o desenvolvimento económico e social da região da Serra da Estrela», lembrando que a região «tem um peso significativo no quadro turístico regional» e que «tem sido bastante afectada ao longo dos anos.

Sublinham ainda que a construção dos itinerários ganham agora mais sentido «com a implementação das cobranças nas auto-estradas regionais» e que, apesar de considerarem «as dificuldades económicas que o país atravessa», reconhecem «a possibilidade destas obras poderem ser efectuadas através do recurso a verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)».

O documento, que refere ainda «a necessidade de minimizar os custos de interioridade que a ausência de boas vias de comunicação sempre acentuaram nesta região do país», lembrando também «o trabalho técnico efectuado para a execução dos itinerários», foi enviado ao Presidente da República, presidente da Assembleia da República, líderes parlamentares do PSD, PS, CDU, CDS e Bloco de Esquerda, Primeiro-Ministro, Ministro da Economia e do Emprego, Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, entre outras entidades.



Processo está concluído, faltando lançar os concursos



Posteriormente, no dia 30 de Dezembro, a Assembleia Municipal de Seia aprovou, por unanimidade uma moção idêntica à que já tinha sido aprovada na reunião de 26 de Setembro, voltando a apelar órgãos de soberania a execução, «ainda que parcial», dos troços dos itinerários complementares da Serra da Estrela.

De acordo com Mário Jorge Branquinho, o primeiro subscritor da Moção e líder da bancada socialista, «pese embora a grave situação económica que o país atravessa e reconhecendo-se a necessidade que o Estado tem em reduzir despesas do lado do investimento público», sublinha que as obras podem «ser enquadradas no financiamento decorrente do QREN».

O documento, que também vai ser enviado aos presidentes da República, da Assembleia da República, das câmaras e assembleias municipais da região envolvida, ao primeiro-ministro e aos ministros da Economia, dos Assuntos Parlamentares, ao secretário de Estado das Obras Públicas e aos grupos parlamentares, destaca a «necessidade imperiosa» que a região da Serra da Estrela tem em matéria de vias de comunicação, cuja importância é essencial «para o incremento de novas actividades, sobretudo ao nível da produção, para gerar riqueza, bem como do Turismo, como área fundamental para alavancar o desenvolvimento».

Os deputados municipais sublinham ainda no documento que a execução dos traçados do IC6, IC7 e IC37, cujo processo «foi todo concluído, faltando apenas lançar os respectivos concursos», são de «extrema importância para o desenvolvimento da região», havendo que ter em conta «a crescente e assustadora» desertificação e a necessidade de inverter este fenómeno.



Investimento de 429 milhões de euros



Refira-se que os itinerários da Concessão da Serra da Estrela: IC6 (Tábua - Covilhã), IC7 (Oliveira do Hospital - Fornos de Algodres) e IC37 (Viseu – Seia), que foram suspensos pelo Governo anterior, têm uma extensão total de 128 quilómetros e um custo aproximado de 429 milhões de euros. As vias foram projectadas para servir mais de meio milhão de habitantes e para ligar os concelhos que vão de Coimbra à Guarda, da Covilhã a Viseu, com destaque para os concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas, servindo uma população que continua a não ter neste novo século outras vias de comunicação que não sejam aquelas que já existem desde meados do século passado, incluindo a ainda chamada “Estrada Real”, que é a EN17 - Estrada da Beira.

A construção destes IC’s é uma ambição há muito reivindicada pelos autarcas e populações da região, tendo já sido constituído um movimento que reúne personalidades de diferentes áreas políticas, no sentido de reivindicar a sua construção.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA PODEM SER EXECUTADOS COM VERBAS COMUNITÁRIAS


O Movimento MAIS no âmbito da luta travada para a construção dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela IC6, IC7 e IC37, recebeu recentemente uma comunicação do Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de que “está a ser considerada a possibilidade de incluir a execução destas obras no processo de reprogramação do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN)”.

A missiva governamental veio na sequência dos vários pedidos feitos a todos os órgãos de soberania, por parte do MAIS, e os quais mereceram muitas reacções positivas e de forte abertura para a sua execução.

Neste sentido, o Movimento acaba de pedir uma audiência ao Secretário de Estado das Obras Públicas de modo a “conhecer em detalhe toda a situação atinente ao melhor desfecho para estas justas aspirações das populações, numa altura em que estamos cercados por auto-estradas com portagens, e que se necessita de um sinal do Governo no apoio inequívoco às pessoas do Interior do País”.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Iniciativa do MAIS, na imprensa



Movimento quer que novas vias sejam incluídas no Orçamento de Estado


 
O Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (MAIS) anunciou hoje que pediu ao Governo a inclusão, «ainda que parcial», dos Itinerários Complementares (IC) 6, 7 e 37.

Em declarações à Lusa, Mário Branquinho, porta-voz do MAIS, revelou que o movimento enviou uma carta com reivindicações ao primeiro-ministro e aos principais órgãos de soberania. Na carta, o MAIS diz estar ciente de que o próximo OE «contemplará um mínimo de obra pública» mas os elementos do movimento esperam que esse pouco investimento «seja, desta vez, direccionado para o interior do país, o que será entendido como um sinal da preocupação para com esta parte do território que está drasticamente a morrer».

O documento faz ainda referência às «palavras encorajadoras do presidente da República aquando da sua visita à região em campanha eleitoral» onde defendeu o «investimento equitativo para o interior do país».

O movimento entende que «o interior do país desenvolvido e dotado de boas vias de comunicação, será um forte contributo para o desenvolvimento do país». O MAIS considera que «a revolta das populações acentua-se e será ainda maior se se verificar que, em tempos de "vacas magras" se continuam a fazer grandes obras no litoral e a deixar para trás esta região que é injustamente ostracizada».

Mário Branquinho disse à Lusa que esta carta foi enviada para o primeiro-ministro, presidente da República, presidente da Assembleia da República, ministro das Finanças. Ministro dos Assuntos Parlamentares, grupos parlamentares e deputados do distrito da Guarda.

 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

MOVIMENTO “MAIS” PEDE QUE ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012 INCLUA ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA


O MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela enviou esta semana várias cartas a entidades responsáveis a pedir que seja incluído no Orçamento de Estado para o próximo ano, a execução, ainda que parcial, dos troços dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela – IC 6, IC7 e IC 37.

As respectivas missivas foram enviadas ao Presidente da República, Presidente Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças, Ministro dos Assuntos Parlamentares, Secretário de Estado das Obras Públicas, Grupos Parlamentares e Deputados do Distrito da Guarda.

Pese embora a grave situação económica que o país atravessa, o Movimento MAIS, reconhece que o Orçamento de Estado terá de cortar no investimento público, no entanto - “este terá de contemplar um mínimo de obra pública”, - por isso reclama que – “esse mínimo seja, desta vez, direccionado para o Interior do país, que será desde logo encarado como um sinal da preocupação que é preciso ter para com esta parte do território que está drasticamente a morrer”.

Nas missivas enviadas, o Movimento lembra as intervenções públicas do Presidente da República em defesa do Interior do país e refere ainda que “a revolta das populações acentua-se e será ainda maior se se verificar que, em tempos de “vacas magras” se continuam a fazer grandes obras no litoral e a deixar mais uma vez para trás esta região que é injustamente ostracizada, sobretudo em matéria de vias de comunicação”.

Na óptica do MAIS - “o interior do país desenvolvido, dotado de boas vias de comunicação, dará um forte contributo para o desenvolvimento do país, dado que haverá condições para um maior incremento produtivo, que é tão necessário em tempos de crise, como os que atravessamos”.










sábado, 19 de março de 2011

Fotos da Reunião da populações







Fotos de Salomé Silva, Jornal Santa Marinha

Notícia da Agência Lusa sobre a reunião das populações por causa dos IC's da Serra da Estrela





O Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (MAIS) exige que o governo conclua ”pelo menos o Itinerário Complementar (IC) 6”, uma das três vias prometidas pelo executivo mas entretanto adiadas.



“Percebemos que na atual conjuntura será difícil concluir os três IC’s (6, 7 e 37)”, afirmou o porta-voz do MAIS, Mário Branquinho, numa referência às obras que visavam redefinir as acessibilidades da região.



No entanto, o IC6 que inclui troços nos concelhos de Oliveira do Hospital, Seia, Gouveia Celorico da Beira e Fornos de Algodres “deve ser concluído já”, afirmou o responsável, na sequência de uma reunião do movimento sexta-feira à noite.



Posição semelhante tem o deputado do PSD Carlos Peixoto, que disse ter ouvido vários parlamentares e membros do governo sobre o assunto e para os quais “a opinião consensual é que pelo menos este traçado deve ser concluído”.



Apesar de manter exigência da construção dos três ICs prometidos pelo governo, o MAIS apela à conclusão desta estrada “que termina agora no meio de nada”, adiantou o porta-voz do movimento.



“Nós não reivindicamos autoestradas mas sim estradas decentes que nos ajudem ao desenvolvimento”, afirmou Filipe Camelo, presidente da Câmara de Seia (PS).



“Estas vias são vitais para evitar a desertificação da região e para sermos mais competitivos na atração de novas empresas”, adiantou o autarca.



O MAIS optou por continuar a sua luta pela forma institucional e apelou aos presentes que divulguem uma petição que pretende recolher quatro mil assinaturas, “de forma a que este assunto seja debatido no plenário da Assembleia da República”.



“Para já vamos seguir esta via mas não enjeitamos outras formas de luta caso não sejamos ouvidos”, avisou Mário Branquinho.



Apesar de todo o processo administrativo estar concluído (em agosto foi aprovado o estudo de impacto ambiental), estas obras foram suspensas por tempo indeterminado devido à crise económica.



O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, afirmou em maio que “não havia desistência por parte do governo” mas reconheceu que “não se pode fazer tudo”.



O MAIS foi formalmente constituído em julho de 2010 e integra personalidades de vários concelhos da região e de vários quadrantes políticos.



JYM, Lusa

Grande reunião de cidadania ontem. Estamos todos muito satisfeitos!


Realizou-se o primeiro grande encontro do MAIS. Quem lá esteve e foram cerca de 100 cidadãos, entre os quais os Presidentes das Câmara Municipais de Seia e Oliveira do Hospital, o deputado eleito pelo distrito da Guarda, Dr. Carlos Peixoto, vários presidentes de Juntas de Freguesias, de Instituições variadas, representantes de Partidos mas, e sobretudo, em todos os participantes o sentido de cidadania na preocupação e defesa do melhor para esta região.
Acreditamos que para quem participou deu o tempo por bem empregue. Na verdade ficamos todos bastante satisfeitos.
Iniciativas como a de ontem, esperamos ter condições para repeti-las nas próximas semanas noutros locais, como Oliveira do Hospital, Nelas, Gouveia, Viseu, Coimbra, Covilhã, Fornos de Algodres.
Resumo da reunião, fotos e outros documentos, não tarda nada partilhamos.
Um abraço a todos
MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (IC6, IC7, IC37)

terça-feira, 15 de março de 2011

MAIS amigos!

Estamos a três dias do 1º Grande Encontro do Movimento MAIS – Movimento Cívico de Apoio è Concretização dos Itinerários da Serra da Estrela (IC6, IC7, IC37), na próxima sexta-feira, às 21h30 no auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia (gentilmente cedido pelo Município de Seia)

A presença do maior número de pessoas é fundamental!

O MAIS precisa de gente convicta, determinada e lutadora!

É um caminho difícil e duro, mas para nós beirões e serranos isso faz parte da nossa vida.

Para já, uma colaboração muito importante pode passar por ajudar a ampliar o nosso grupo de amigos.

Como entendem é, para já, a forma mais fácil (e barata) de chegar ao maior número possível de cidadãos.

Por isso, pedimos a todas as pessoas que colaborem juntando-se aos desafios que vamos lançando e neste caso adicionando os vossos amigos do Facebook ao Movimento MAIS, para sermos muitos e assim mais informados e mais fortes.


segunda-feira, 14 de março de 2011

O mapa dos IC's

MAIS UMA LUTA FUNDAMENTAL E URGENTE

O MAIS – Movimento de Apoio à Concretização dos Itinerários da Serra da Estrela (IC6, IC7, IC37), tem como principal objectivo, lutar pela execução urgente destas vias, Vias cujos projectos foram aprovados em termos ambientais e para os quais existe já um projecto de traçado e uma estimativa de custos. Falta apenas a decisão politica da sua execução.

O projecto destas novas vias, que pretendem criar uma nova rede de acessibilidades no espaço sub-regional em torno da Serra da Estrela, englobam um conjunto 128Km de novas estradas com um custo estimado de 500 milhões de euros (cem milhões de contos).

Estas novas vias criarão uma nova realidade de acessibilidades, aproximando Coimbra, Viseu, Covilhã, Guarda, Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas e todos os territórios na área de influência destas cidades. Servirão uma população residente de aproximadamente 500.000 habitantes.

No momento actual do País, poderá questionar-se, se haverá recursos para a realização deste importante e decisivo investimento para o interior.

Para responder a esta dúvida citamos os custos previstos de duas outras infra-estruturas de acessibilidade que o nosso País tenciona executar (mais uma vez) para servir as zonas Litorais, o TGV com um custo previsto de 7,7 mil milhões de euros e o novo aeroporto de “Alcochete” com um custo previsto de 6000 milhões de euros. São investimentos que somados têm um custo quase 30 vezes superior ao que custarão os nossos IC’s.

Será que o dinheiro é o principal entrave à concretização deste investimento, parece-nos que certamente não é o principal.

O que os governos têm a vindo a adiar não tem sido a despesa neste investimento, têm é sobretudo desviado o olhar da importância desta questão, continuando a afectar recursos para outros investimentos noutros locais e sectores. A falta de dinheiro é um argumento falacioso que por vezes é utilizado para tudo com muito simplismo.

Assim uma das principais lutas que nós Beirões, temos de prosseguir, é sobretudo persuadir, que não enganar, quem manda, para a urgência deste investimento.

Para já é muito fundamental a presença no encontro da próxima sexta-feira pelas 21h30 no auditório da Casa Municipal da Cultura em Seia.

Contamos com muitos amigos.


Adira à pagina do Facebook do MAIS (MAIS Serra da Estrela) : http://www.facebook.com/?sk=ru&ap=1#!/profile.php?id=100002158936835


sábado, 12 de março de 2011

Movimento quer Parlamento a debater itinerários da Serra da Estrela

Notícia da Agência LUSA:
O Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (MAIS) anunciou hoje o lançamento da recolha de assinaturas para uma petição, com vista à discussão no Parlamento da construção dos IC 6, 7 e 37.

A construção daqueles itinerários na Serra da Estrela foi uma promessa do governo e, segundo Mário Branquinho, porta-voz do MAIS, o movimento vai promover no dia 18 de Março uma reunião alargada às populações dos concelhos envolvidos, «com vista à preparação de ações reivindicativas para a execução destes traçados».

A reunião vai servir, segundo o MAIS, para apresentar «um plano de acção e mobilizar o maior número de pessoas para esta causa, numa espécie de assembleia geral». «Vamos propor a realização de manifestações em Lisboa e outras acções reivindicativas, no sentido de obrigar o governo a cumprir o prometido», afirmou Mário Branquinho.
O Ministro das Obras Públicas, António Mendonça, chegou a garantir em Maio de 2010 que não havia «desistência» relativamente a estes projectos de concessão. A construção destes itinerários é considerada «vital para o desenvolvimento económico da região», segundo o porta-voz do MAIS.
O MAIS integra personalidades de vários concelhos da região e de vários quadrantes políticos e foi oficialmente constituído em julho do ano passado. Já promoveu várias iniciativas, com destaque para uma petição online que recolheu mais de três mil assinaturas.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CONVITE

.




Vimos por este meio convidar Vª. Exª. para uma reunião alargada, aberta às populações dos concelhos da Serra da Estrela, com vista à preparação de acções de reivindicação para a execução dos traçados que devem servir esta região.

A referida reunião terá lugar dia 18 de Março, (Sexta-feira) pelas 21H30 no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia.

Dado que esta é uma luta de todos, solicitamos que ajude a divulgar esta reunião e a mobilizar pessoas, porque quantos mais formos, mais força teremos.

Movimento MAIS convoca população para acções de reivindicação de Itinerários da Serra da Estrela





O Movimento MAIS – Movimento de Apoio à construção dos Itinerários da Serra da Estrela vai realizar no próximo dia 18 de Março, sexta-feira, no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia uma reunião alargada aberta às populações dos concelhos da Serra da Estrela, com vista à preparação de acções de reivindicação para a execução destes traçados.

A reunião servirá para apresentar o plano de acção do Movimento e para mobilizar o maior número possível de pessoas para esta causa, numa espécie de Assembleia Geral.

De entre as várias medidas previstas, destaca-se um processo de recolha de 4 mil assinaturas para uma Petição para dar entrada na Assembleia da República, levando a que o assunto seja debatido em plenário. Para tal, está previsto a criação de pequenos grupos nos vários concelhos encarregues de recolher as respectivas assinaturas. Estão também previstos pedidos de audiências, acções reivindicativas, com manifestações em Lisboa e noutros pontos do país.

Recorde-se que o Movimento MAIS, que integra personalidades dos vários concelhos da região da Serra da Estrela, foi criado por escritura pública em Julho de 2010, e de então para cá tem desencadeado um conjunto de iniciativas reivindicativas junto de vários organismos, entre as quais uma petição online com mais de 3 mil assinaturas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

MOVIMENTO DE APOIO AOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA NA ROTA DAS PRESIDENCIAIS


.



O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela aproveitou a passagem pela região dos candidatos à Presidência da República para lhe entregar uma carta aberta, sensibilizando-os para a necessidade de construção dos IC 6, IC 7 e IC37.

Na quarta-feira, dia 12 os responsáveis do Movimento entregaram em Seia a missiva a Cavaco Silva, que se disponibilizou para ajudar a causa, tendo enaltecido o papel dos movimentos de cidadania no desenvolvimento do país.

Na sexta-feira, foi a vez de Manuel Alegre ser sensibilizado para estas justas aspirações das pessoas desta região, que há trinta anos reclamam vias de acesso condignas.

O Movimento MAIS Considera que estas duas acções que se inserem num conjunto de outras que têm sido desencadeadas, foram positivas já que “pelo menos tivemos a oportunidade de nos ter sido concedida uma audiência pelo Presidente da República em pessoa, o que seria bem difícil de acontecer no Palácio de Belém”. Além do mais, as conversas que tivemos pessoalmente com Cavaco e Alegre, foram esclarecedoras, já que no caso do actual Presidente da Republica ainda persistia a ideia de que este assunto remete para os Túneis da Serra da Estrela, o que já não acontece, dado que os traçados aprovados não contemplam essa solução considerada megalómana.

Depois das eleições Presidenciais, o Movimento Mais, que já em Outubro passado foi recebido por todos os grupos parlamentares com assento na Assembleia da República, promete “voltar à estrada”, podendo estar em marcha uma deslocação maciça a Lisboa, em autocarros, com pessoas de todos os concelhos desta região da Beira-serra. É que apesar da crise que o país atravessa, entende os responsáveis deste movimento que algum investimento público tem de ser feito e ainda que não avancem os 3 itinerários em simultâneo, podem avançar de forma faseada.

Recorde-se que o MAIS é um movimento de cidadania, criado através de escritura pública, que reúne pessoas dos concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Nelas, Gouveia, Viseu e Covilhã. Sedeado em Seia, o Movimento lançou uma petição online e tem vindo a desencadear várias iniciativas com vista á sensibilização dos governantes para a necessidade de execução destes Itinerários Complementares, considerados essenciais para o desenvolvimento económico e turístico desta região.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Carta entregue ao candidato CAVACO SILVA, em Seia

.



Exmo. Senhor
Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva
Os cidadãos que constituem o MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (IC’s 6, 7 e 37), dirigem-se a V. Ex.ª, na qualidade de candidato a Presidente da República, no sentido de lhe dar a conhecer os objectivos pelos quais este Movimento Cívico tem vindo a lutar, com vista à concretização destes traçados com 120 Km de extensão, com um custo aproximado de 500 milhões de euros, para servir mais de meio milhão de habitantes.


Vivemos numa região interior de País com problemas de desenvolvimento com grandes constrangimentos relacionados com a ausência sucessiva de investimento público, na criação de condições infra-estruturais semelhantes as que existem, felizmente, na grande maioria do País. De facto, este território situado na envolvente da Serra da Estrela, que vai de Coimbra à Guarda, da Covilhã a Viseu e que abrange os concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Nelas, continua a não ter neste novo século outras vias de comunicação que não fossem aquelas que já existiam desde meados do século passado, incluindo a ainda chamada “Estrada Real”, que é a EN17 - Estrada da Beira.


Tal facto tem vindo e está a condicionar estruturalmente o desenvolvimento de todo o potencial turístico, agro-silvo-pastoril e industrial que aqui existe. O abandono populacional por escassez de oportunidades profissionais, a falta de condições de competitividade para fixação e atracção das empresas, ameaça tornar este território de características únicas no nosso País, num imenso vazio humano e económico.


Em múltiplos fóruns e pelas diversas entidades, a percepção destes problemas é por todos aceite, nos Planos de Desenvolvimento e Ordenamento do Território, no discurso político, contudo temos imensa dificuldade em colocar este problema na agenda política real, apesar dos muitos contactos e reuniões efectuadas com os responsáveis governamentais e todos os partidos parlamentares.


A concretização destes eixos, definida, pelo Plano Regional de Ordenamento do Território da Região Centro como “absolutamente necessários para mitigar os défices de integração espacial, económica e social e para ampliar as oportunidades de desenvolvimento dos territórios servidos”, não consta, aparentemente das preocupações fundamentais do Poder Central. São, evidentemente, muito mais apelativas, do ponto de vista mediático, as discussões sobre TGV´s, Aeroportos, Metros, Grandes Pontes, do que esta questão que incide no Pais real e profundo de que este território é exemplo, onde uma deslocação de 40Km, demora mais de uma hora, onde as empresas têm dificuldade em singrar.


Por tudo isto, solicitamos o vosso empenhamento nesta causa, que consideramos por demais justa e necessária e que reputamos de urgente, já que há mais de 30 anos que é reclamada.


Na expectativa da vossa ajuda, e sem mais de momento, apresentamos os mais respeitosos cumprimentos


Mário Jorge Branquinho (Seia)
Pedro Manuel Ribeiro Conde (Seia)
Fernando Tavares Pereira (Carregal do Sal)
Jorge Patrão (Covilhã)
Eduardo Mendes de Brito (Seia)
Artur Abreu (Oliveira do Hospital)
Francisco Rodrigues (Oliveira do Hospital)
João Antas de Barros (Viseu)
Manuel Marques (Nelas)
João Paulo Agra (Gouveia)

Mapa dos traçados

.



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Contribuição do MAIS para o PROTC

O MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (IC’s 6, 7 e 37) participou recentemente no procedimento de discussão pública do PROTC (Plano Regional de Ordenamento do Território do Centro), enviando á Comissão de Coordenação da Região Centro a sua posição sobre os traçados.
O texto enviado é o seguinte:

Em primeiro lugar congratularmo-nos por verificar que o PROTC vem finalmente colmatar uma falha antiga no ordenamento do território numa perspectiva regional integrada, neste caso da nossa Região, a Região Centro.

De facto, pese a nossa Associação tenha uma missão bem definida e concreta, o apoio à construção dos IC’s 6, 7 e 37, tem na essência da sua génese, uma preocupação fundamental com o desenvolvimento da região. Em especial, o dos concelhos que directamente vêm o seu desenvolvimento condicionado pelo atraso na construção destes importantes eixos de acessibilidade.

Assim, a nossa participação neste processo, visa fundamentalmente reconhecer e sublinhar o contributo do PROTC, pela perspectiva integradora em que aborda estes três eixos.

Os “Eixos Prioritários de Coesão”, IC’s 6, 7 e 37, designação correctíssima que sublinhamos e consta do Modelo Territorial do PROTC, desempenharão funções importantes para o desenvolvimento e coesão territorial da região. São como refere o PROTC, “absolutamente necessários para mitigar os défices de integração espacial, económica e social que ainda se verificam em vastas parcelas do território regional”, e para “ampliar as oportunidades de desenvolvimento dos territórios servidos”.

Ou seja, não se trata de uma mera renovação ou actualização de infra-estruturas rodoviárias, a concretização dos IC’s 6, 7 e 37, enquadram-se numa estratégia de coesão e são uma medida fundamental de desenvolvimento regional.

Cabe-nos pois apoiar o PROTC, nesta importante visão sobre a integração e estruturação do espaço sub-regional envolvente à Serra da Estrela, e aguardar com optimismo a sua aprovação e implementação por parte das entidades responsáveis.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

MOVIMENTO PELOS ITINERÁRIOS DA SERRA DA ESTRELA RECEBIDO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA



Uma delegação do MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela (IC6,IC7 e IC37) foi, esta quinta-feira dia 7 de Outubro, recebida em audiência por todos os Grupos Parlamentares na Assembleia da República, com vista à sensibilização para a execução destes traçados.

A Delegação, que também integrava o Presidente da Câmara de Seia e o Vice-Presidente da Câmara de Nelas, foi recebida pelo Deputado do Bloco de Esquerda, Heitor Sousa; pelos Deputados do PS Francisco Assis, Rita Miguel e João Fão; pelos Deputados do PSD Carina João, Carlos Peixoto e João Prata; pelo Deputado do PCP Bernardino Soares e Ricardo Oliveira; pelo Deputado do CDS Hélder Amaral e por Joaquim Ferreira do PEV.


Tratou-se de uma jornada bastante importante, numa altura em que se discutem as linhas de orientação para o próximo Orçamento de Estado, tendo o Movimento deixado uma mensagem simples e directa, reivindicando “um mínimo de investimento público para fazer funcionar a economia, e que esse mínimo desta vez contemple esta região da Serra da Estrela, no Interior do país”. Tendo em conta o momento de crise financeira que o país atravessa, todos os partidos reconheceram a importância das obras e a sua necessidade para o desenvolvimento desta região.

Todos os parlamentares mostraram disponibilidade e sensibilidade para esta reivindicação e em face dos constrangimentos, se não houver capacidade para o avanço em simultâneo dos IC’s, poderá ser sugerida a definição de prioridades de execução.

Foi reconhecido o trabalho realizado até ao momento, nos estudos e procedimentos já concretizados, que culminaram com a recente a aprovação pela Ministério do Ambiente e pelas Estradas de Portugal S.A. das soluções definitivas dos traçados, impondo-se agora a etapa derradeira deste processo: o lançamento das obras de execução dos IC’s 6,7 e 37. Definitiva e urgentemente!

Estas são obras consideradas estruturantes para a região e por isso mesmo, a própria criação jurídica do Movimento MAIS, que vem reforçar o esforço e empenhamento das Câmaras Municipais, revela a importância destes Itinerários Complementares.


Movimento MAIS foi à Assembleia da República falar com todos os grupos parlamentares

.
Notícia do DIÁRIO AS BEIRAS
MAIS reivindicou na Assembleia República itinerários da Serra da Estrela
O MAIS – Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela reivindicou hoje junto dos seis grupos parlamentares da Assembleia da República a construção de três estradas.

“A situação financeira do país não pode travar a execução” dos itinerários complementares (IC) 6 (Tábua – Covilhã), 7 (Oliveira do Hospital – Fornos de Algodres) e 37 (Viseu – Seia), defendeu o movimento.

“Os partidos comunicaram-nos que estão disponíveis para impulsionar as medidas necessárias para que as obras arranquem”, disse à agência Lusa Mário Jorge Branquinho, programador cultural de Seia e uma das dez figuras públicas da região que deram origem ao MAIS.

Nos encontros com os grupos parlamentares na Assembleia da República, o grupo considerou “necessário” um mínimo de obras públicas para a economia funcionar.
A construção daquelas vias “é uma expetativa com mais de trinta anos, alimentada pelos sucessivos governos” e que é considerada “estrutural”.

O movimento reconhece que “foram dados passos decisivos” nos últimos meses com “a aprovação dos estudos de impacte ambiental e a publicação das zonas de edificação”, passos que querem ver confirmados.

“Todo o processo burocrático já está concluído, agora são necessárias as decisões políticas para começar a abrir concursos para as obras”, realçou Mário Jorge Branquinho, porta-voz do movimento.

O MAIS é um movimento formado por cidadãos dos vários concelhos da região da Serra da Estrela, que se constituiu como associação jurídica e que lançou uma petição online com quase três mil assinaturas.

“Nós não desistimos enquanto não virmos estas obras concluídas: quando estiverem feitas o movimento deixa de existir”, disse Mário Jorge Branquinho.
O movimento foi acompanhado nas reuniões de hoje pelo vice-presidente da câmara de Nelas, Manuel Marques, e pelo presidente da câmara de Seia, Filipe Camelo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

MAIS NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

.
Uma delegação do MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela vai ser recebida amanhã à tarde, dia 7 de Outubro pelos grupos com assento na Assembleia da Republica, de acordo com o seguinte calendário:

14 H - Bloco de Esquerda
14:30 Horas - Partido Ecologista Os Verdes
14:45 Horas - PS
15H30 – CDS / PP
16 Horas – PSD
16:30 H - PCP
.
PORQUE É URGENTE CONTEMPLAR AGORA NO ORÇAMENTO DE ESTADO DE 2011 A EXECUÇÃO DOS TRAÇADOS DOS ITINERÁRIOS COMPLEMENTARES DA SERRA DA ESTRELA – IC6, IC7 E IC37.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Movimento MAIS escreve a Sócrates por causa dos IC’s da serra da Estrela



O Movimento MAIS, de Apoio à Construção dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela, escreveu recentemente uma carta ao Primeiro-Ministro, sensibilizando-o para que a execução destes traçados sejam incluídos no Orçamento de Estado de 2011, que está a ser elaborado.

Na missiva enviada a José Sócrates, os responsáveis do MAIS sustentam que – “a difícil situação financeira do país não poderá servir de entrave á execução destas obras, porque também entendemos ser necessário, para fazer funcionar a economia, que se mantenha um mínimo de obras públicas em execução e desta vez, julgamos que este mínimo, será por direito próprio da Serra da Estrela”.

O Movimento, que está também a enviar cartas aos grupos parlamentares da Assembleia da República e outros organismos do Estado, lembra que estas obras, aguardadas há mais de 30 anos, são decisivas para “incrementar todo o potencial de desenvolvimento e de empreendorismo, turístico, industrial, agro-florestal e dos serviços da região”, - acrescentando que – “só estas vias de interligação viária com o resto do país, farão sair este território do enclave em que se encontra mergulhado”.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sem IC6, IC6, IC7 não há futuro para a região.





As acessibilidades que irão ser criadas pelos IC6, IC7 e IC37, são determinantes para o desenvolvimento da região. Sem esses novos eixos, toda uma vasta região entre Coimbra, Viseu, Guarda e Covilhã continuará a sofrer os efeitos da marginalização a que tem sido votada desde há muito tempo.

A importância destas novas vias é crucial do ponto de vista económico, social e determinante para a dinamização do tecido empresarial e do investimento. Não vislumbramos qualquer argumento que possa contrariar esta constatação.

O que poderíamos acrescentar é que já virão com atraso.

Assim sendo, porquê adiar, como recentemente se decidiu, a execução deste empreendimento? Porque é que quando se trata de suspender, encerrar, reduzir, serviços públicos, o Interior é sempre o escolhido? Saberá quem decide, a importância de governar para todo o País e não quase exclusivamente para o território que vai de Setúbal a Braga?

Para que todos nós saibamos do que se fala, a concretização dos 130Km de novas vias, que corresponde à extensão total dos IC6, IC7 e IC37, significa um investimento de aproximadamente 500 milhões de euros (100 milhões de contos!). Muito dinheiro? Sem dúvida, sobretudo quando as Finanças do Estado estão depauperadas com aumento da divida pública a 2,5 milhões de euros/hora. Bastava que em pouco mais de uma semana se poupasse o aumento da divida, note-se que apenas o aumento, não a dívida, para ter ganho todo o dinheiro necessário para pagar todo este investimento.

Será que o dinheiro é o principal entrave à concretização deste investimento, parece-nos que certamente não é o principal.

O que os governos têm a vindo a adiar não tem sido o gasto do dinheiro, têm é sobretudo desviado o olhar da importância desta questão, continuando a afectar recursos para outros investimentos noutros locais e sectores. A falta de dinheiro é um argumento falacioso que por vezes é utilizado para tudo com muito simplismo.

Assim uma das principais lutas que nós Beirões, temos de prosseguir, é sobretudo persuadir, que não enganar, quem manda, para a urgência deste investimento.

Os empresários, os empreendedores, os empregadores e empregados sentem que o seu futuro está ameaçado. Percebem que não podem competir com regiões há muito dotadas de factores de competitividade que o Estado aqui, parece não querer concretizar.

A decisão de adiar a concretização dos IC’s, deixou perplexos e frustrados dezenas de agentes económicos que por algum tempo tiveram a ilusão que era desta que a região saia do enclave em que a têm vindo a colocar. Muitos investimentos e empreendimentos já morreram à partida com esta simples, mas confrangedora decisão.

Agora que já se sabe quais são os traçados que resultam da aprovação da Declaração de Impacte Ambiental, seria conveniente que o processo não retrocedesse, ou melhor, não fosse adiado. Pese algumas vozes críticas surjam, e considerando que a critica é um direito da democracia, não gostaríamos, que um qualquer interesse local, seja justificação para adiar, alterar ou por em causa a concretização dos grandes objectivos regionais e nacionais desta rede de IC’s.

Estamos certos que não há nenhum beirão que não entenda que o futuro da sua região, sobretudo o enclave que é este espaço sub-regional, que inclui os concelhos servidos pelas vetustas e desactualizadas estrada da Beira (EN17), estrada Seia-Nelas-Viseu (EN232), estrada Coimbra – Seia - Covilhã (EN230, EN339), depende de uma nova realidade de interligação viária entre os seus pólos urbanos e o restante País. Não há empresa que se instale aqui, quando verifica o estado lastimoso das acessibilidades. Todo o potencial de desenvolvimento e de empreendorismo, turístico, industrial, agro-florestal, dos serviços, está dependente de uma nova realidade de acessibilidades que apenas os IC’s trarão.

Assim, em síntese, resta apelar a todos que reforcem a sua convicção na sua terra para a defender com os meios da luta em democracia, pela palavra e pelo gesto. Não deixemos que qualquer Governo, de qualquer Partido, se continue a esquecer da nossa terra.


domingo, 8 de agosto de 2010

Declaração de Impacte Ambiental

.
Consulte AQUI os documentos da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) dos Itinerários da Serra da Estrela - IC6, IC 7 e IC 37 .

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Serra da Estrela: Ministério do Ambiente dá luz verde a três novas estradas


DIÁRIO IOL
Construção destes IC é uma reivindicação antiga das populações da região da Beira Serra


O Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território (MAOT) emitiu declarações de impacte favoráveis condicionadas aos três Itinerários Complementares (IC) 6, 7 e 37, previstos para a zona da Serra da Estrela, informou esta quinta-feira fonte daquele gabinete, citada pela Lusa.

Com a conclusão do processo, o Ministério da Obras Públicas e Comunicações pode lançar os concursos para estas obras, no entanto, fonte do gabinete de comunicação do ministro António Mendonça disse que «os processos estão em análise», não adiantando qualquer data o avanço desses concursos.

António Mendonça afirmou em Maio, numa visita a Seia, que «não há desistência (do Governo) relativamente aos projectos da concessão rodoviária da Serra da Estrela», mas que a decisão de reequacionar estas obras foi tomada em relação «aos projectos em que os estudos de impacte ambiental não estavam concretizados».

A construção destes IC é uma reivindicação antiga das populações da região da Beira Serra, tendo já sido formalmente constituída uma associação para reivindicar a sua construção, o Movimento MAIS.

Mário Branquinho, representante desta associação, afirmou à Lusa que «o MAIS congratula-se com a decisão» e que «espera que agora o Governo avance rapidamente com as obras». A construção destes IC irá, segundo informação do MAOT, beneficiar os concelhos de Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Seia, Tábua e Viseu.

Para ler

Declarações de Impacte Ambiental

Apesar de um pequeno atraso, já saíram as Declarações de Impacte Ambiental dos IC’s 6, 7 e 37.

O Movimento MAIS, congratula-se por mais este passo importante na prossecução da missão que está na génese da sua criação.

Formulam-se votos para que as soluções de traçados decididas correspondam às expectativas da maioria dos cidadãos desta região.

Da nossa parte continuaremos a caminhada intransigente pela urgente execução destas obras.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Assinatura da escritura


O dia 21 de Julho marca uma etapa importante no quadro da cidadania activa da nossa região, com a criação oficial do Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela.
A escritura do MAIS já foi efectuada, e pode ser consultada
AQUI

terça-feira, 20 de julho de 2010

Escritura pública do MAIS


O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários Serra da Estrela vai constituir-se juridicamente como Associação, nesta quarta-feira, dia 21 de Julho, em Seia.

O acto, que decorrerá no cartório de Cristina Veiga, situado no Prédio Ventura, Avenida Afonso Costa, em Seia, será assinado por impulsionadores deste Movimento, que tem por objectivo desencadear mecanismos conducentes à execução dos Itinerários Complementares 6, 7 e 37, considerados fundamentais para o desenvolvimento da região centro, em torno da Serra da Estrela.
Este será mais um momento importante na vida deste movimento, que não pára até ver concretizado o seu objectivo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Declaração de Impacto Ambiental


O MAIS - Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela, enviou recentemente à Agência Portuguesa de Ambiente a sua posição sobre a importância destas vias e o impacto diminuto na questão ambiental.

Agora, resta-nos aguardar pelo dia 2 de Agosto deste ano, altura em que será emitida a referida declaração de impacto ambiental. Esse será também um dia muito importante, uma vez que serão anunciadas as várias soluções de traçados para executar.
"Exmos. senhores
Somos um movimento formado por cidadãos que se constituiu com o objectivo de defender a concretização dos IC’s 6, 7 e 37.

A construção destas vias é uma expectativa dos cidadãos e empresas desta região para, definitivamente, criar as condições estruturais para que se desenvolva um território do País que tem sido, ao longo das décadas, marginalizado.
Enquadramos estas novas vias no seu papel fundamental para a resolução dos problemas sócio económicos e de coesão territorial desta região.
Constituem uma resposta inadiável às fragilidades de uma região, marcada por graves problemas de desemprego, desertificação, com investimento empresarial fortemente condicionado pelos constrangimentos resultantes do seu afastamento e débil integração nas redes de acessibilidade regionais e nacionais.
Nesta Consulta Pública do procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, cabe-nos pois alertar, primordialmente, para a necessidade urgente da definição e execução destas vias.
Na verdade, da execução dessas vias, muito depende o futuro desta região.
No presente âmbito em que são ponderados os impactes ambientais destas infra-estruturas, devemos sublinhar, fundamentalmente, os impactes positivos e determinantes sobre o processo de desenvolvimento socio-económico.
Tratam-se de vias que permitirão aos cidadãos e empresas ter definitivamente condições de acessibilidade equivalentes às que se verificam em quase todo o território nacional.
As deslocações entre o Nascente e Poente da Serra da Estrela, entre os pólos urbanos ao longo das EN17, EN230, EN 231, EN339, exigem um aumento dos níveis de segurança e da diminuição das distâncias-tempo entre si e às redes rodoviárias fundamentais.
Sobre os estudos e alternativas em avaliação cremos, que em geral, reflectem soluções que vão ao encontro da maioria dos problemas, apelando-se a que as soluções definitivas tenham em consideração a necessidade destas novas vias garantirem boa conectividade com as dinâmicas territoriais e redes viárias existentes. Procurando servir o maior numero de utentes e aglomerados populacionais.
Sobre os impactes ambientais identificados, estamos certos que serão mínimos e que não constituem qualquer ameaça ao equilíbrio ambiental dos ecossistemas existentes.
Por último salientamos que de acordo com a estimativa orçamental que consta dos estudos fica provada a viabilidade económico-financeira deste investimento, que aliás já havia sido constatada na Avaliação Ambiental Estratégica, quando inclusivamente se previa um custo superior.
Assim em síntese resta-nos reiterar a urgente e inadiável prossecução deste importante empreendimento.
Com os nossos melhores cumprimentos,"

segunda-feira, 24 de maio de 2010

IC’s são para manter

SEIA - Ministro falou em conferência organizada pelo Governo Civil da Guarda

Paulo Leitão

Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela entregou documento a António Mendonça contestando a suspensão da construção do IC6, 7 e 37.
O ministro das Obras Públicas esteve em Seia a participar num colóquio organizado pelo Governo Civil da Guarda e garantiu que “não há desistência” quanto à concessão rodoviária da Serra da Estrela.Antes de usar da palavra, António Mendonça foi confrontado pelo Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela que lhe entregou uma missiva criticando “a decisão do Governo em retirar das suas opções governativas” a execução dos traçados dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela (IC6 – Tábua/Oliveira do Hospital/Covilhã, IC 7 – Oliveira do Hospital/Fornos de Algodres e IC 37 – Viseu/Nelas/Seia).
“Tudo aquilo que está suspenso importa estudar e, ao nível do ministério estamos a estudar possibilidades de, se não pudermos resolver tudo, pelo menos, que vamos resolvendo algumas coisas e, que pelo método das aproximações sucessivas, consigamos ir dando resposta aquilo que é fundamental”, revelou depois no seu discurso o governante, perante uma plateia com alguns autarcas da região e empresários.
Mendonça frisou que “não se pode fazer tudo mas, talvez, seja possível fazer alguma coisa e importa ver aquilo que é absolutamente essencial, aquilo que é vital, aquilo que vai responder aos problemas mais sentidos pelas populações, pelas regiões”.
Segundo o DIÁRIO AS BEIRAS apurou este “alguma coisa” poderá passar por se construir, para já, o IC7 – a ligação Oliveira do Hospital passando pelos concelhos de Seia, Gouveia e terminando no concelho de Fornos de Algodres na A25, ou seja uma ligação que substituía a “velhinha” Estrada da Beira, que durante muitos anos foi a porta de entrada de todos aqueles que entravam em Portugal por Vila Formoso e se dirigiam para sul.
O presidente da Câmara de Seia, que falou antes do ministro, lembrou que esta região “tem a mais baixa taxa de novas acessibilidades do país”, mas que por outro lado, “tem uma das mais altas taxas de sinistralidade”.Filipe Camelo considera que a suspensão de todos os Itinerários Complementares na região constitui “um rude golpe na região e o gorar de investimentos na área do turismo e outros”.
O autarca do PS entende ser imperioso o Governo “manter de pé os investimentos assumidos” nas acessibilidades.Igualmente o governador civil da Guarda recordou que o distrito “deixou de ser, por causa das acessibilidades, a porta de entrada na Serra da Estrela, e isso é algo preocupante”.
Santinho Pacheco deixou claro que os políticos do distrito “não vão deixar cair os braços” na luta para que estas vias sejam construídas.

sábado, 22 de maio de 2010

Ministro garante que ‘não há desistência’ na construção de novas estradas

Notícia do semanário SOL em:

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=173500

Obras Públicas

O ministro das Obras Públicas disse hoje que, por parte do Governo, «não há desistência» relativamente aos projectos da concessão rodoviária da Serra da Estrela, que estão suspensos devido às dificuldades económicas que o país atravessa


António Mendonça foi hoje confrontado com o assunto em Seia, onde participou numa jornada sobre ‘Desenvolvimento e sustentabilidade’, organizada pelo Governo Civil da Guarda.

O Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela entregou uma carta ao governante onde mostra desagrado «pela decisão do Governo em retirar das suas opções governativas a execução dos traçados dos Itinerários Complementares da Serra da Estrela (IC6 – Tábua/Oliveira do Hospital/Covilhã, IC 7 – Oliveira do Hospital/Fornos de Algodres e IC 37 – Viseu/Nelas/Seia)».

«Faltam-nos estas estradas para nos ligar aos grandes centros, em nome do desenvolvimento económico, social e turístico», referem os subscritores do documento, que apelam ao ministro para que o Governo «reponha a justiça» e execute as obras consideradas «vitais» para o desenvolvimento da região.

Também o presidente da Câmara de Seia, o socialista Carlos Filipe Camelo, se referiu ao assunto na sessão de abertura das jornadas, afirmando que a suspensão dos projectos constitui «um rude golpe no desenvolvimento» da região da Serra da Estrela.

O ministro das Obras Públicas, que no final da sessão não prestou declarações aos jornalistas, falou deste assunto durante a intervenção realizada na sessão de abertura dos trabalhos, onde afirmou que «não há desistência relativamente aquilo que são as preocupações que o senhor presidente [da Câmara de Seia] e que a população considera importantes para a região».

António Mendonça explicou que a decisão do Governo foi tomada em relação aos projectos «em que os estudos de impacte ambiental não estavam concretizados», como é o caso dos IC 6, 7 e 37, que estão em fase de consulta pública até ao dia 9 de Junho.

O titular da pasta das Obras Públicas garantiu que «tudo aquilo que está suspenso importa estudar e, ao nível do ministério estamos a estudar possibilidades de, se não pudermos resolver tudo, pelo menos, que vamos resolvendo algumas coisas e, que pelo método das aproximações sucessivas, consigamos ir dando resposta aquilo que é fundamental».

«Não se pode fazer tudo mas, talvez, seja possível fazer alguma coisa e importa ver aquilo que é absolutamente essencial, aquilo que é vital, aquilo que vai responder aos problemas mais sentidos pelas populações, pelas regiões», afirmou António Mendonça no seu discurso.

Lusa / SOL

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Assembleia Intermunicipal da Serra da Estrela aprovou Moção

A Assembleia Intermunicipal da Serra da Estrela aprovou por unanimidade, no passado dia 22 de Abril a seguinte Moção:
"Considerando a importância das vias de comunicação para o desenvolvimento das Regiões, a Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela manifesta o seu profundo desagrado pela decisão do governo na suspensão da execução dos Itinerários Complementares da serra da Estrela.

Numa altura em que decorre o período de discussão de impacto ambiental dos referidos itinerários a Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela manifesta igualmente o seu desejo de que o governo reponha justiça para com as populações da Região anunciando a calendarizando a execução dos mesmos."

Moção aprovada por unanimidade na reunião de 22 de Abril de 2010 e que será enviada aos órgãos do governo, grupos parlamentares da Assembleia da República, Presidente da República e governos civis.

Seia: Balcão de Atendimento Personalizado esclarece dúvidas sobre projectos dos IC6, 7 e 37


A Casa Municipal da Cultura de Seia vai ser palco, dia 11 de Maio, de uma sessão de esclarecimento sobre os projectos dos IC6, 7 e 37.

A Agência Portuguesa do Ambiente vai abrir ao público um Balcão de Atendimento Personalizado, para esclarecimento de dúvidas sobre os projectos e os processos de Avaliação de Impacte Ambiental dos Itinerários Complementares (IC) 37 Viseu (A25/IP5) / Seia (IC7), IC 7 Oliveira do Hospital/ Fornos de Algodres (A25/IP5) e IC 6 Tábua/Oliveira do Hospital (IC7) / Covilhã (A23/IP2).

Marcada para 11 de Maio, entre as 20h00 e as 21h00, a sessão terá lugar na Casa Municipal da Cultura de Seia e contará com a presença de representantes das Estradas de Portugal e seus consultores.

Os projectos dos IC6, 7 e 37 encontram-se em fase de Estudo de Impacte Ambiental e estão disponíveis para consulta na Casa Municipal da Cultura, até 9 de Junho. Todas as opiniões e sugestões apresentadas por escrito deverão ser dirigidas ao Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente, dentro do período estipulado para o efeito.